Catalogo paineis solares térmicos

Os painéis solares térmicos transformam a radiação solar directamente em energia térmica para o aquecimento de águas ou outros fins. Um sistema solar térmico pode reduzir até um terço a factura energética de cada habitação. Estes equipamentos captam a radiação solar através de colectores, que a transformam em calor e a transmitem à água que utilizamos nas nossas casas, nomeadamente para tomar banho e cozinhar.

Como Portugal é um país de elevado potencial solar e que se encontra subaproveitado, o Governo criou um programa de incentivo à utilização de energias renováveis, criando uma solução chave-na-mão que lhe vai permitir poupar mais de 20% do valor da factura de gás da sua casa.

Agora pode beneficiar deste programa de incentivo à utilização de energias renováveis, com condições especiais e garantia de poupança. Este programa tem ainda as seguintes vantagens:

Poupança de 20% na factura do gás;
Serviço chave-na-mão, desde o equipamento e instalação até ao financiamento;
Comparticipação do Estado no valor de € 1.641,70;
Benefícios fiscais de 30% do custo do investimento no IRS, até um máximo de €796.
Manutenção e garantia do equipamento assegurada durante 6 anos.
Financiamento até 100% em crédito individual/pessoal com condições especiais ou possibilidade de pronto pagamento.

mapa rad Paineis Solares Térmicos Portugal é um dos países da Europa com maior disponibilidade de radiação solar. Uma forma de dar ideia desse facto é em termos do número médio anual de horas de Sol, que varia entre 2.200 e 3.000 para Portugal e, por exemplo, para Alemanha varia entre 1.200 e 1.700 h.

Contudo, este tipo de recurso tem sido mal aproveitado para usos tipicamente energéticos. Basta verificar alguns dos números relativos à difusão dos colectores solares térmicos na Europa, não só na Orla Mediterrânea como em países como a Alemanha é a Áustria, para compreender que algo deveria ser feito em Portugal para a promoção da energia solar. A medida Solar Térmico 2009 pretende contrariar esta tendência.
1 Solahart General Presentation 12 07

Desenvolvimento sustentável

Desenvolvimento sustentável não é apenas um estado de harmonia, mas um processo de mudança no qual a exploração dos recursos, a orientação dos investimentos, os rumos do desenvolvimento tecnológico e a mudança institucional estão de acordo com as necessidades actuais e futuras. O mundo rural inclusive tem sido sujeito a várias mudanças de índole demográfica, social e económica nas últimas décadas. Mudanças que se relacionam principalmente com a abertura do mercado nacional ao exterior e com o inerente aumento da competitividade no mercado, com a evolução dos centros urbanos e industrialização, induzindo a migração e emigração da população rural para os pólos urbanos, onde se concentram importantes recursos económicos.
Ainda assim a tendência contemporânea da busca do novo, do diferente, do autêntico e do particular é uma realidade paradoxal ao processo de globalização em que vive a humanidade e que, por isso mesmo, representa uma vertente promissora para o desenvolvimento local sustentável, por meio do estímulo e do incentivo a actividades artesanais ligadas ao turismo, entre outras. Neste seguimento são fomentadas actividades ligadas ao recreio e lazer, bem como a conservação de tradições culturais e ambientais. É neste contexto que o turismo é encarado como base de grande potencial no desenvolvimento rural local, através da criação de novos postos de emprego, valorizando recursos locais e induzindo o desenvolvimento de outras actividades, actividades onde eu participo porque eu e todos temos o direito de viver num planeta limpo. Este direito está consagrado no artigo 64 da Constituição da República Portuguesa: “Todos têm direito a um ambiente de vida humano, sadio, ecologicamente equilibrado e o dever de o defender.” Temos o direito à vida, à liberdade e à nossa segurança. Estes direitos estão consagrados no artigo 3 da Declaração Universal dos Direitos do Homem: “Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.” Temos o dever de preservar o ambiente para que os nossos filhos e familiares possam viver nele com segurança. O direito a um nível de vida digno está consagrado no artigo 25 da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Fornos Solares

O forno solar

Ele não usa gás, nem lenha, nem energia eléctrica: o calor que cozinha o alimento vem directamente do sol, cujos raios multiplicam-se ao encontrar as superfícies espelhadas do forno.


Claro que, apesar de atingir temperaturas surpreendentes, possibilitando assar um bolo em uma hora e meia, o forno solar é totalmente dependente da condição climática e, portanto, não dá para achar que um dia todas as pessoas terão um casa. Mas, em regiões pobres, principalmente na África, onde o sol é constante e a lenha responde por quase 100% da energia consumida, os fornos solares podem provocar uma verdadeira revolução.

A lenha tem pelo menos dois grandes problemas associados ao seu uso como fonte de energia: sua "colheita" destrói ecossistemas e sua queima libera gases de carbono, que poluem o ar e intensificam o efeito estufa. O forno solar não só é capaz de cozinhar sem poluir como também esteriliza a água em meros 20 minutos, quando atinge 65 ºC, a temperatura necessária para matar todos os microorganismos capazes de causar alguma doença. E o melhor é que cada pessoa pode construir o próprio forno solar, gastando quase nada. O modelo mais simples, tipo painel, é feito com um pedaço de papelão, revestido com algum papel laminado.

Em 1990, a associação internacional Solar Cookers distribuiu fornos desse tipo a 28 mil famílias no Quênia e, oito anos depois, constatou que cerca de 20% delas ainda usavam os painéis como equipamento principal da "cozinha". Quase 6 mil famílias, que estariam queimando lenha, adotaram a cozinha sustentável.

TRÊS FORMAS DE ASSAR
Para facilitar o cozimento, a panela precisa ser embalada em um plástico

CHAPA QUENTE
VEM PRA CAIXA
SIMPLES E EFICIENTE

Consultoria: Celestino Rodrigues Ruivo, membro fundador da Associação Internacional Solar Cookers e professor da Universidade do Algarve (Portugal); João Carlos Rodrigues Coelho, professor de Biologia do Sistema Anglo de Ensino
Claro que, apesar de atingir temperaturas surpreendentes, possibilitando assar um bolo em uma hora e meia, o forno solar é totalmente dependente da condição climática e, portanto, não dá para achar que um dia todas as pessoas terão um casa. Mas, em regiões pobres, principalmente na África, onde o sol é constante e a lenha responde por quase 100% da energia consumida, os fornos solares podem provocar uma verdadeira revolução.

A lenha tem pelo menos dois grandes problemas associados ao seu uso como fonte de energia: sua "colheita" destrói ecossistemas e a sua queima libera gases de carbono, que poluem o ar e intensificam o efeito estufa. O forno solar não só é capaz de cozinhar sem poluir como também esteriliza a água em meros 20 minutos, quando atinge 65 ºC, a temperatura necessária para matar todos os microorganismos capazes de causar alguma doença. E o melhor é que cada pessoa pode construir o próprio forno solar, gastando quase nada. O modelo mais simples, tipo painel, é feito com um pedaço de papelão, revestido com algum papel laminado.

Em 1990, a associação internacional Solar Cookers distribuiu fornos desse tipo a 28 mil famílias no Quênia e, oito anos depois, constatou que cerca de 20% delas ainda usavam os painéis como equipamento principal da "cozinha". Quase 6 mil famílias, que estariam queimar lenha, adoptaram a cozinha sustentável.

De seguida uma apresentação de fornos solares concebidos pela minha turma.

Microgeração

O uso de combustíveis fósseis ainda está longe de deixar de ser o principal componente da matriz energética mundial. Novos poços de petróleo continuam a ser descobertos, mas com o consumo crescente, simplesmente não há o suficiente, até onde se sabe, para durar até o fim desse século.

O sol é uma fonte de energia virtualmente infinita, abundante e suporta praticamente toda a vida na superfície. Petróleo nada mais é do que energia solar armazenada através de seres vivos, sedimentos, calor e pressão.

O Solar Islands é um projecto interessante na qual enormes ilhas flutuantes, com 5 km de diâmetro e 20 m de altura podem ser instaladas no mar ou até mesmo no deserto, como mostra o protótipo sendo construído nos Emirados Árabes Unidos. E ainda podem ser usados como unidades desalinizadoras. Um outro recurso muito escasso é água potável e no Oriente Médio, muita energia é gasta justamente obtendo ela a partir do mar.

Aproximadamente 95% da superfície do painel solar será coberta com painéis colectores que vaporizam a água e movimentam as turbinas. Ela pode ser também usada para gerar hidrogênio e queimá-lo depois. O resultado da queima é energia e mais vapor.

O protótipo é apenas uma pequena fração da ilha solar verdadeira e servirá para testar conceitos, melhorar o projecto e encontra-se em fase de conclusão.


Como funcionam

O vento pode ser considerado como o ar em movimento. Resulta do deslocamento de massas de ar, derivado dos efeitos das diferenças de pressão atmosférica entre duas regiões distintas e é influenciado por efeitos locais como a orografia e a rugosidade do solo.

Essas diferenças de pressão têm uma origem térmica, estando directamente relacionadas com a radiação solar e os processos de aquecimento das massas de ar. Formam-se a partir de influências naturais: continentalidade, maritimidade, latitude, altitude e amplitude térmica.


O que são

A energia eólica é a energia cinética dos deslocamentos de massas de ar, gerados pelas diferenças de temperatura na superfície do planeta. Resultado da associação da radiação solar incidente no planeta com o movimento de rotação da terra fenómenos naturais que se repetem. Por isso é considerada energia renovável. Tudo indica que as primeiras utilizações de energia eólica deram-se com as embarcações, algumas publicações mencionam vestígios da sua existência já por volta de 4.000 a.C., recentemente testemunhado por um barco encontrado num túmulo sumério da época, no qual havia também remos auxiliares. Por volta de 1.000 a.C. os fenícios, pioneiros na navegação comercial, utilizavam barcos movidos exclusivamente à força dos ventos. Ao longo dos anos vários tipos de embarcações à vela foram desenvolvidos, com grande destaque para as Caravelas - surgidas na Europa no século XIII e que tiveram papel destacado nas Grandes Descobertas Marítimas.

A turbina eólica horizontal (a vertical não é mais usada), é formada essencialmente por um conjunto de duas ou três pás, com perfis aerodinâmicos eficientes, impulsionadas por forças predominantemente de sustentação, accionando geradores que operam a velocidade variável, para garantir uma alta eficiência de conversão, a instalação de turbinas eólicas tem interesse em locais em que a velocidade média anual dos ventos seja superior a 3,6 m/s, existem actualmente, mais de 20 000 turbinas eólicas de grande porte em operação no mundo (principalmente no Estados Unidos). Na Europa, espera-se gerar 10 % da energia eléctrica a partir da eólica, até o ano de 2030.

Um aerogerador ocupa uma reduzida superfície de solo, o que constitui uma vantagem para a sua instalação uma vez que pouco perturba as actividades industriais e agrícolas das proximidades.
Pode encontrar-se um aerogerador individual instalado num local isolado. O aerogerador não se encontra ligado à rede de energia eléctrica nem ligado a outros aerogeradores.
Podem também encontrar-se conjuntos de aerogeradores constituindo um parque eólico. Normalmente estas instalações encontram-se em terra mas, é cada vez mais frequente instalá-las no mar (offshores) onde a presença do vento é mais regular, e lembrando o que disse anteriormente, apesar de este sistema também usar controle assistido por computador e desta forma ser também vulnerável a ataques hackers a catástrofe ou os danos daí provenientes não representariam perigo para a humanidade.
Estes parques eólicos "offshore" permitem a redução dos inconvenientes provocados pelo ruído e pela poluição da paisagem.

Sabe-se que os combustíveis fosseis deverão continuar a ser os principais componentes da matriz energética mundial por ainda duas ou três décadas. Mas, sabe-se também que boa parte dos países educados investe intensamente em novas fontes de energia, como a eólica, a solar e a de hidrogénio, além de pequenas centrais hidroeléctricas que causam muito menos impacto.
Tudo indica que estamos no limiar de mudança da matriz energética fossil e não necessariamente pelas razões apontadas pelo relatório da Onu . Encontrar uma alternativa tecnológica ao modelo tecnológico fossil em crise não parece difícil. Esperamos que não sejam necessários mais 40 anos para que nos apercebamos que o efeito estufa tem sua causa num modelo de desenvolvimento injusto e depredador, ao mesmo tempo atacar só o lado tecnológico não resolve o problema. E isso é o que parece estar em curso. Talvez não tenhamos outros 40 anos, pelo menos é o que dizem os cientistas.

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